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Na última sexta feira terminei o trabalho de preparação do telefilme Macbeto.

O roteiro é bem divertido e fala de um sonhador, com dificuldade de lidar com a realidade e com situações adversas. Um retrato de um artista quando jovem.

Beto é um jovem diretor que foi muito promissor na faculdade mas que desde que saiu de lá nada conseguiu e entrou em crise. Sete anos depois tem uma visão:

Montar Macbeth com lutadores de luta livre. E enfrentar sua própria crise.

Nessa história tem um pouco de todos nós sonhadores, homens que precisam amadurecer e matar um rei para se tornar adulto.

O bom que é uma comédia. É um trabalho ainda mais delicado de atuação. Não fazia um filme tão difícil de ajustar desde o Banheiro do Papa.

A comédia expõe ainda mais os atores pois seus personagens podem cair na caricatura ou num comentário mas quando encontram a dimensão humana, perigosamente próximo de nós mesmos, eles são um gol de placa.

O Guizé como Beto. O Trovão como Trovão. A Larissa como Leticia. O Milhem Cortaz como ele mesmo tem uma bela oportunidade de fazer um filme muito bonito.

A preparação intensa e curta para a necessidade do filme foi um encontro generoso. Para mim esse personagem homenageia todos os diretores de teatro, arte difícil e pouco valorizado.

Escrevo de Recife. Cidade de muita água.

Gosto daqui. Estou dando aula e aproveitando o calor.

Ainda posso escrever.

Que bom!

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